No Word: mala direta
O Word faz etiquetas via Correspondências → Iniciar Mala Direta → Etiquetas. Você escolhe o modelo da folha, conecta uma planilha do Excel como fonte de dados e insere os campos (produto, preço).
Limitação: o layout é manual, sem destaque de preço promocional, e qualquer mudança de design exige refazer tudo.
No Excel: tabela impressa
Dá para montar uma grade com bordas, ajustar a largura das células ao tamanho da etiqueta e imprimir. Funciona para poucos itens.
Limitação: não tem design — é uma tabela. E controlar o tamanho exato em mm para o corte bater é trabalhoso.
No Canva: bonito, porém manual
O Canva tem ótimos templates de etiqueta. O problema aparece na escala: você digita produto por produto. Para 100 itens, são 100 edições manuais.
Limitação: não importa lista de preços. Inviável para reposição semanal.
Quando vale automatizar
Se você troca preços com frequência ou tem muitos itens, o gargalo é a digitação manual. A automação resolve exatamente isso: você exporta a lista de preços do ERP em CSV, e o sistema gera todas as etiquetas de uma vez, já com preço promocional, desconto e tamanho de corte certos.
Resumo rápido:
- Poucos itens, uma vez: Word, Excel ou Canva dão conta
- Muitos itens: ferramentas manuais ficam lentas; automatizar é rápido
- Troca semanal de preços: inviável na mão, questão de segundos automatizando
- Importar direto do ERP: só uma ferramenta automatizada faz
Para uma loja que vive de promoção, o tempo economizado paga o investimento já na primeira reposição.